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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

PORTO PERDE DE NOVO

Com um gol de pênalti logo aos 2 minutos de jogo, cobrado pelo atacante Gilmar, o Porto perdeu por 1x0 para o Nautico nos Aflitos. O resultado mantém o Timbu na 3ª colocação do primeiro turno do Campeonato Pernambucano, vencido ontem pelo Sport, adversário alvirrubro no Clássico dos Clássicos do sábado, na Ilha do Retiro. Já o Gavião permanece em 4º, com 16, mas agora divide a posição com a Cabense, levando a melhor no saldo de gols (9x3).
Querendo apagar a imagem que havia ficado do jogo contra o Petrolina, o Náutico mostrou atitude logo no início, indo para cima do Porto. E em menos de 1 minuto, conseguiu um pênalti, com Johnny, que foi derrubado na área por Rodolfo, após tabela com Carlinhos Bala. Gilmar cobrou no canto direito do goleiro, abrindo o placar.
A blitz alvirrubra continuou aos 7, com Johnny chutando de longe, com perigo, após rebote da zaga. Aos poucos, o ímpeto foi diminuindo e o time só voltou a assustar aos 18. Gilmar trocou passes com David e entrou na área com condições de fazer o gol, mas rolou para Kuki, que perdeu a chance embaixo da barra, chutando por cima.
Com o passar do tempo, o Timbu voltou a errar passes, tentando ligação direta com o ataque na base de chutões, irritando a torcida. Por outro lado, o Gavião começava a chegar com perigo, principalmente em contra-ataques, mas sem oportunidades claras.
Aos 39, Gladstone empurrou o atacante Rogério na área e o árbitro Émerson Sobral marcou pênalti. No entanto, o assistente Luciano Cruz, que estava sendo muito pressionado pela torcida por conta de outros lances, disse ao juiz que o jogador tinha se jogado e Sobral inverteu a marcação, dando cartão amarelo ao jogador caruaruense por simulação.
Tentando melhorar a saída de bola, o treinador Roberto Fernandes colocou Galiardo na vaga de Nunes na volta para o segundo tempo. A mudança não surtiu o efeito esperado e o time continuou cedendo espaços e tendo dificuldades na ligação com o ataque.
O Porto assustava pouco. Aos 24, Vágner Rosa chutou de longe, para defesa de Eduardo. O troco alvirrubro veio aos 35, quando Dinda – que havia entrado no lugar de um apagado Kuki – desceu pela esquerda, puxou para o meio e bateu no travessão.
Nos acréscimos em falta cobrada por Guego, aos 47, Eduardo garantiu o resultado. Na torcida, um misto de aplausos aliviados pela vitória e vaias, pelo futebol apresentado.

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