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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

MAIS LAMBANÇAS NA ARBITRAGEM

DO BLOG DO TORCEDOR: Os erros de arbitragem e as lesões de joelho estão sendo verificados quase como epidemias no Pernambucano Coca-Cola. Na nona rodada, dois jogos tiveram erros decisivos dos homens do apito — as vitórias do Sport sobre o Porto e do Náutico sobre o Serra Talhada.

No domingo, um erro clamoroso prejudicou bastante o Serra Talhada. As imagens de televisão comprovam que um jogador do Náutico, dentro da grande área alvirrubra, pôs o braço para bloquear uma a bola que ia em direção ao gol após cobrança de falta do Serra, por volta dos 34 minutos do segundo tempo, quando o jogo estava 0 x 0.

Pênalti não marcado pelo árbitro Gleydson Leite. Uma falha capital. Principalmente, considerando-se que, logo na sequência desse lance, o Náutico fez o único gol da partida. O que poderia ter virado 1 x 0 para o Serra virou 1 x 0 para o Náutico.

Também houve três erros do árbitro Nielson Nogueira, no sábado, na partida Sport 4 x 2 Porto, sábado. Uma falta não marcada no primeiro gol do Sport, um pênalti não marcado para o Sport no fim do primeiro tempo e um pênalti inexistente marcado para o Sport, lance que virou a partida.

Gleydson Leite vinha até bem no Estadual, mas teve esse erro clamoroso e perde força para voltar a ser escalado num jogo importante. Já Nielson Nogueira já não estava num grande nível, e pelo visto segue longe dele.

Está na hora de a Federação Pernambucana de Futebol dar um basta nessa conversa de que o nível da arbitragem pernambucana é bom. É preciso reconhecer os erros, juntar os cacos e reformular a arbitragem, não só o árbitro, como ã forma como a gestão é feita.

O presidente Evandro Carvalho só atrapalha quando fala que está bem. O chefe da comissão de arbitragem Francisco Domingo se mostra incapaz de comandar bem esse quadro de árbitros, que vivem pressionados e psicologicamente frágeis. É preciso encontrar um caminho em que, após um erro, por mais grave que seja, não se passe a mão na cabeça do árbitro nem se lance o árbitro ao ostracismo.

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